domingo, 12 de junho de 2011

O Regresso - Lua de Mel

Tem dia mais sugestivo do que o dia dos namorados (12 de junho) para voltar da Lua de Mel (e de Leo)? Mas vou confessar, estávamos tão cansados que não rolou nenhuma comemoração especial (rs); acho que já comemoramos bastante nas últimas duas semanas!


sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dubrovnik, Croácia - Dia 12

Cruzeiro (04-11/06)
Dia 12 (sexta-feira, 10 de junho de 2011) – Dubrovnik

Resumo informativo da viagem (todos os detalhes de hóteis, transportes, restaurantes, como circular, e etc.)

Álbum de fotos do Cruzeiro (da Lua de Mel)

Álbum de fotos de Dubrovnik (da Lua de Mel)

 

Vamos lá, o último gás da viagem! Dubrovnik está localizada na Dalmácia, região da Croácia que possui como principal característica o litoral rochoso e as praias de areia, com ilhas desertas e esplêndidas cidades, voltadas para o Mar Adriático. Por causa das relações e do comércio com a Itália, esta região é marcada por uma cultura adriática e um ar italiano.

Nosso navio ancorou em Dubrovni, às 8h da manhã e partiu às 13h, portanto, nosso tempo nesta cidade tão diferente dos lugares até agora já visitados foi curtíssimo (que pena!). Por causa das excursões que compramos nas outras paradas do navio, ganhamos um passeio guiado por Dubrovnik. Esse passeio era dividido em duas partes: uma, a pé, pela cidade antiga e outra, panorâmica em ônibus, pela estrada nova.

Saímos do navio usando lanchas, pois em Dubrovnik não tem porto para o navio ancorar. Na cidade, nos juntamos ao grupo da excursão para a primeira parte do passeio, a vista panorâmica de ônibus. O ônibus atrasou muito e todos estavam impacientes com a demora, pois apesar de ser cedo, estava muito quente e seco, o que nos desgastou um pouco.

Na fila do ônibus da excursão     Aguardando o ônibus da excursão, que atrasou muito. Estávamos todos impacientes com o atraso.

O ônibus chegou! Pela nova estrada, fomos até um mirante para ter uma vista magnífica da cidade e sua costa.

Quando o ônibus, enfim chegou, e circulamos pela cidade, percebemos que pelo menos a espera valeu à pena. A cidade era linda, tanto pela sua geografia, quanto pela sua arquitetura. É tudo muito limpo e organizado.

Arredores de DubrovnikArredores de Dubrovnik

Arredores de DubrovnikArredores de Dubrovnik

 

A vista panorâmica da cidade é espetacular e o imenso mar azul, hipnotizante!

Nós e o amor em Dubrovnik

Vista panorâmica de Dubrovnik  Vista panorâmica de Dubrovnik  Vista panorâmica de Dubrovnik

Nosso navio, visto de Dubrovnik  

 

De volta à cidade antiga, aproveitamos o resto do tempo para explorar as ruas e os pontos turísticos circundados pelas muralhas. Esses muros foram construídos no século 10º e oferecem vistas esplêndidas da passarela dos guardas, e são considerados símbolo de Dubrovnik.

Costa de Dubrovnik com seus fortes e muros. Os muros e muralhas têm 1940m de extensão e em algumas partes atingem até 25m de altura. Os voltados para o interior têm até 6m.

 

Desembarcamos do ônibus na praça Brsalje e adentramos o centro de Dubrovnik pelo Portão Pile (Gradska Vrata Pile), entrada principal para o velho centro fortificado. A ponte de pedra que leva à este Portão é de 1537 e cruza um fosso que hoje é um jardim.

Portão Pile, entrada principal para o velho centro fortificado. A ponte de pedra que leva à este Portão é de 1537 e cruza um fosso que hoje é um jardim.  No nicho acima do arco ogival há uma pequena estátua de São Blásio, padroeiro de Dubrovnik.  Fosso abaixo da ponte de pedra que é um jardim

 

Nossa primeira visita foi ao Mosteiro Franciscano, construído em 1317. No Mosteiro, visitamos a primeira Farmácia da cidade, em uso desde a construção do mosteiro, e o Museu Franciscano que reúne obras de arte sacra e onde são guardados instrumentos do laboratório farmacêutico.

Mosteiro FranciscanoMosteiro Franciscano - Museu

Mosteiro Franciscano - Pinturas do tipo afrescoMosteiro Franciscano - Pinturas do tipo afresco

 

No Museu, foi triste deparar com fragmentos de uma bomba… Do outono de 1991 a maio de 1992, Dubrovnik foi alvo de bombardeios pesados e incessantes por parte de tropas iuguslavas. Nesse período, mais de 2 mil bombas e mísseis guiados caíram em Dubrovnik.

Do outono de 1991 a maio de 1992, Dubrovnik foi alvo de bombardeios pesados e incessantes por parte de tropas iuguslavas. Nesse período, mais de 2 mil bombas e mísseis guiados caíram em Dubrovnik.

 

No interior do Mosteiro, o que mais nos agradou e nos chamou a atenção foi o encantador claustro românico – com elementos góticos, e uma fonte do século 15. Era um lindo jardim arborizado e fresco.

Claustro fresco e arborizado

Claustro fresco e arborizado Claustro fresco e arborizado Claustro fresco e arborizado

 

Quando saímos do Mosteiro, abandonamos o grupo da excursão e andamos pela cidade sozinhos, pois a guia era muuuuito chata e já estávamos exaustos de passeios monitorados e guiados.

Andar pelo centro velho de Dubrovnik foi muito mais divertido e passamos por vários pontos de nosso interesse.

Andamos livremente pela Stradùn, principal rua do centro.

Stradùn, rua principal de Dubrovnik

 

Contemplamos a fachada renascentista veneziano-dálmata da Igreja de São Sávio.

Igreja de São Sávio. Sua fachada é um belo exemplo da arquitetura renascentista veneziano-dálmata, um estilo que surgiu após o terremoto de 1520.

 

Passeamos calmamente pelas charmosas e estreitas ruas do centro de Dubrovnik, até nos depararmos com uma feira-livre colorida e animada.

Ruas charmosas do centro de Dubrovnik  Ruas charmosas do centro de Dubrovnik  Feira livre em uma das muitas ruas do centro velho de Dubrovnik

 

Nas proximidades da Grande Fonte de Onofrio, ouvimos algumas notas musicais de um instrumento típico, tocado por um croata em trajes tradicionais.

A Grande Fonte de Onofrio (1438-44), monumento mais conhecido da cidade. Onofrio de La Cava foi responsável pelo sistema de abastecimento de água da cidade.  Um croata e seu instrumento típico em praça pública

 

E deslumbramos as mais variadas e belas edificações do centro velho de Dubrovnik.

Uma das várias e belas edificações de Dubrovnik Domo da catedral barroca de Dubrovnik Uma das várias e belas edificações de Dubrovnik

Igreja de São Blásio Arredores do centro de Dubrovnik

 

Por fim, assumimos a nossa culpa: PIZZA! Estava DE-LI-CI-O-SA!

Pizzeria Mea Culpa!  Pizzeria Mea Culpa!

Pizzeria Mea Culpa!

 

Voltamos ao navio exaustos, mas com a sensação de que esta foi uma das nossas melhores viagens.

Adeus Europa! Voltamos pra casa com muita saudade na mala.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Corfu, Grécia – Dia 11

Cruzeiro (04-11/06)
Dia 11 (quinta-feira, 09 de junho de 2011) – Corfu

Resumo informativo da viagem (todos os detalhes de hóteis, transportes, restaurantes, como circular, e etc.)

Álbum de fotos do Cruzeiro (da Lua de Mel)

Álbum de fotos de Corfu (da Lua de Mel)

 

Só chegamos em Corfu às 13h, por isso passamos a manhã dentro do navio, e claro, aproveitamos para acordar sem despertador. Durante toda a manhã tive que aturar o Leo falando do Vasco de ter sido campeão, e pior do que isso, foi ter que andar com ele usando a blusa do time. Ai, acho isso horrível (rs)!

Vascaíno de plantão     Esperando ansiosa nossa chegada em Corfu.

 

Corfu faz parte do grupo de ilhas jônicas. As ilhas jônicas são as mais verdes e férteis de todos os gripos de ilhas da Grécia, caracterizadas por olivais e ciprestes. A geografia e o mar são belíssimos mas não simpatizei nem um pouco com a cidade. Falta conservação e limpeza. Vi muitos terrenos baldios como ferro velho. A cidade em si é feia. As estradas têm muito lixo pelos canteiros e o trânsito é louco.

Nosso passeio ao palacete da Sissi foi cancelado porque os funcionários estavam em greve, optamos então pela excursão “Visita a Palaiokastrítsa e a cidade de Corfu”.

Antes de chegar a Palaiokastrítsa, paramos em Kanoni, com antigos canhões e um panorama magnífico da baía, do convento de Vlacherna e da Ilha de Pontikonosi.

Kanoni     Kanoni - Tudo muito florido!     Kanoni

 

No meio do caminho, vimos algumas ruínas.

No caminho à Palaiokastrítsa, ruínas.

 

Palaiokastrítsa, ao norte de Corfu, é uma região da ilha de veraneio por excelência. Ao longo da estrada costeira há um balneário atrás do outro. Três enseadas se agrupam ao redor de um promontório coberto por vegetação densa. A região é belíssima! Vale um ou dois dias para curtir a praia, o mar, a natureza, o local.

Palaiokastrítsa   Palaiokastrítsa   Palaiokastrítsa

 

Numa parte bem alta de Palaiokastrístsa, há o mosteiro Moní Theotókau, o primeiro do local, construído em 1226. O mosteiro em si é bem sem graça. Vale pelo jardim encantador com vista abrangente para um imenso mar azul.

Mosteiro Moní Theotókau     Mosteiro Moní Theotókau

Mosteiro Moní Theotókau     Mosteiro Moní Theotókau

Mosteiro Moní Theotókau

 

Do mosteiro seguimos para o Centro de Corfu para visitar a Igreja de Santo Espiridião. Como estávamos bem cansados de visitar igrejas e, principalmente, porque o clima não estava nem um pouco agradável - quente e e muito seco (umidade do ar em 28%) - tiramos apenas uma foto do lado de fora e sentamos em Liston, à espera do retorno de nosso grupo.

Igreja de São Espiridião (Agos Spyrídon). O campanário de domo avermelhado desta igreja é o mais alto de Corfu. Foi construído em 1589 e dedicado ao santo padroeiro, cujo sarcófago está à direita do altar. É o lugar mais sagrado da ilha.

 

O Liston possui uma elegante sequência de cafés e é uma cópia da Rue de Rivoli de Paris. É um lugar pra sentar e desfrutar enquanto se toma o café mais caro de Corfu. Aproveitamos e degustamos mais um Café Frappé.

Liston    Liston

 

Voltamos para o navio bem cansados e usamos nossas forças restantes para o Jantar de Gala de Despedida, que foi bem animado.

Penúltimo jantar com nossos companheiros de mesa Ricardo e Waltecyr, Jantar de Gala de Despedida.   Penúltimo jantar com nossos companheiros de mesa Maria Isabel e Ligia, Jantar de Gala de Despedida.

 

E assim acabou nosso décimo-primeiro dia de lua de mel, cansados, “secos” e tristes pela viagem estar chegando ao fim (mas apaixonados, tá?). Coração vermelho