segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ilhéus, BA - Dia 1

Viajar sem atraso algum é muito bom, né? Assim começou nossa viagem: saímos de casa na hora, chegamos no aeroporto antes do esperado, o checkin foi super tranquilo, o vôo saiu exatamente na hora, conexão sem estresse e chegamos ao nosso destino final vinte minutos antes do planejado. Ah, se todas as viagens começassem assim... foi tão bom que eu precisava relatar!



Logo após o checkin no hotel, vestimos nosso biquíni e fomos passear na praia em frente ao nosso hotel. Aproveitamos cerca de uma hora na areia e molhando os pés na água. Essa é uma praia de mar batido, ondas curtas, muitas rochas, areia branca e fina. Antes do sol se pôr de fato, voltamos para o hotel. Era bem final de tarde e a praia estava totalmente deserta e, como boa carioca, bem precavida. Dizem que por aqui não é perigoso, mas... :)




Nossa pousada fica na estrada em direção a Olivença, e ao contrário das orientações de direção no site da reserva e das sugestões do site de turismo, a pousada fica bem longe do centro da cidade. E não é barato ir de taxi, cada corrida custava em média R$35, ou seja, para ir e voltar do centro à pousada, gastamos R$ 70. O aluguel do carro custa em média R$100 (diária). Certamente, alugar um carro nesses dois dias que permanecemos em Ilhéus teria sido melhor e mais barato - mesmo sendo difícil estacionar o carro durante o dia no centro histórico e tendo custo com estacionamento. Eu até tentei alugar um carro de última hora mas não tinha nenhum carro disponível em nenhuma locadora!!!

Para ir e voltar do centro nesses dois dias, fomos com o mesmo taxista que nos trouxe do aeroporto pra pousada. Ele foi tão atencioso, distinto e educado que peguei seu contato, fora que o carro dele era bem confortável. Recomendo!

Um pouco sobre nossa pousada: simples e confortável, bem cuidada e bem limpa, mas faltou simpatia nos funcionários e tapioca no café da manhã (que era muito simples e básico). A internet era sofrível!

Jantamos no Bar Vesúvio, local presente na obra "Gabriela Cravo e Canela" de Jorge Amado. O bar é simples, cardápio pouco variado. Os petiscos tem preço justo, mas achei os pratos (refeição) bem caros. A comidinha que pedimos estava uma delícia, acompanhada de música ao vivo. O bar tem muitas fotos históricas de Jorge Amado, isso dá a sensação de ter parado no tempo, e de estar próxima dele. Não sou muito sua fã, mas tenho bem guardado em minha memória trechos de dois livros que li. Na entrada do bar tem uma estátua dele sentado à mesa (até parece uma pessoa de verdade), e claro que tirei uma foto em sua companhia (rs). Complementando a decoração no interior do bar, alguns painéis de azulejos pintados.







De sobremesa, tomamos sorvete em uma sorveteria em frente, a Ponto Chic. O sorvete era gostoso, mas achei muito mole, e nem estava quente, pelo contrário estava fresco, ventava bastante.

Bem ali em frente ao Vesúvio tinha um parque de diversão, do tipo de cidade do interior. Caminhamos até lá com nosso sorvete e nós misturamos às pessoas do local.

Curiosidade: não achei o sotaque do pessoal daqui puxado como o de Salvador não.

Voltamos para o hotel com o nosso "taxista".

Do quarto, ouço o mar...






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