terça-feira, 14 de outubro de 2014

Ilhéus, BA - Dia 2

Usamos o despertador pra acordar cedo e aproveitar bem o dia. Tomamos o café no hotel, que era bem simples, mas tinha o que costumo comer em meu dia a dia. Senti falta de tapioca, que por estar na Bahia esperei ansiosa por esse item.



Fomos para a Praia do Sul, em frente ao hotel. Fizemos uma caminhada de dez minutos até a Cabana Palmito, com estrutura de comida, bebida, mesas, cadeiras, guarda-sol, banheiros e até fraldário!! O banheiro estava impecavelmente limpo.

Passamos a manhã sentadas à sombra. Ora eu contemplava o mar, ora lia um livro (Gabriela Cravo e Canela), ora me banhava nas águas frescas do mar. A água de coco estava geladinha!





Voltamos para o hotel e ligamos para o nosso "taxista", que nos atendeu prontamente. Nosso almoço foi na Casa da Moqueca (Rua Barão do Rio Branco, 451), um restaurante num bairro simples. A comida, saborosíssima!!!! Recomendo fortemente. Lá comemos casquinha de siri e moqueca de peixe, com preço justíssimo.




Após o almoço, fomos conhecer o Centro Histórico de Ilhéus. Antes disso, visitamos rapidamente a Catedral Nossa Senhora da Piedade, construída em 1928, em estilo neogótico. De lá, tem-se uma vista panorâmica da cidade.






Seguimos para o Centro Histórico e para minha decepção a Casa de Cultura Jorge Amado não estava aberta para visitação, pois estava em reforma.



Visitamos a Catedral de São Sebastião, bem ali em frente ao Bar Vesúvio. Sua construção perdurou por 36 anos e foi inaugurada em 1967. Tem aproximadamente 47m de altura e seu interior é exuberante. É uma igreja bem diferente das várias igrejas que conheci por aí. Seu interior tem estrutura em arcos, com pé direito muito alto. Ela é muito clara e arejada, e ao entrar logo temos vontade de sentar e estar em paz, e ali permanecer por um tempo.





Pela lateral esquerda da Catedral, subimos uma ladeira até a Igreja de Nossa Senhora de Lurdes (não estava aberta à visitação). Lá de cima, avistamos toda a cidade, a praia da Avenida e o mar. A igreja é simples, mas muito lindinha, construída na década de 30. Apesar de sua simplicidade, um batizado ali seria lindo.








Descemos direto para o mercado de artesanato, mas não compramos muito.

No fim do dia estava exausta e sonolenta, acho que por causa do banquete do almoço (rs). Precisava descansar logo. Como nosso hotel era longe, admito que fiquei preguiçosa de voltar a noite para comer qualquer coisa (dado que a noite não sou chegada a comilança). Então compramos insumos em um supermercado para preparar um sanduíche gostoso.

No hotel, depois de um banho quente e relaxante, continuei lendo meu livro.

- Não visitei três lugares, mas acho que vale a visitação: o Palácio Paranaguá, um prédio neoclássico que abriga a prefeitura; o Bataclam, antigo bordel, cabaré e cassino, que hoje funciona como restaurante e tem apresentações teatrais e shows (não faz muito meu estilo de local pra visitação); e a Igreja de São Jorge/ Museu de Arte Sacra (Bela já estava entediada de visitar igrejas rs).

Bem, é hora de dormir, amanhã partimos cedinho pra Itacaré!

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